Imagem de sala de aula com carteiras e lousa

Sala de aula invertida e a autonomia no aprendizado

A metodologia de ensino em que professor é o falante e detentor do conhecimento enquanto os estudantes são ouvintes passivos está se tornando obsoleta. Cada vez mais alunos e pais buscam por instituições de ensino que promovam um aprendizado autônomo e que influenciem seus alunos a não serem meros repetidores de informações. Dentro desse contexto surge o conceito da sala de aula invertida, criado por Jonatham Bergmann, autor de sete livros sobre o tema.

Nós, da Sponte, trazemos todas as informações a respeito dessa técnica que está sendo aplicada em muitas escolas e que tem obtido resultados extremamente positivos. Acompanhe a leitura e confira!

O que é e como funciona a sala de aula invertida?

Diferentemente do que acontece na sala de aula tradicional, em que o professor transfere as informações para os alunos, na sala de aula invertida os alunos se envolvem mais com os estudos e têm uma participação ativa na sua aprendizagem.

Na sala de aula invertida, é passado um material prévio para os alunos, que devem estudar os conceitos antes da aula. Durante o tempo em classe, ao invés de receber informações, os estudantes debatem e discutem sobre os conceitos estudados previamente e tiram suas dúvidas. Após a aula, em casa, eles têm a tarefa de revisar e estender seu aprendizado. Neste método, o professor não tem mais o papel de transferir informações, mas sim de atuar como intermediador, ajudando seus alunos a pensarem criticamente e formarem opiniões baseados em um conhecimento adquirido de forma autônoma.

Para que o aluno consiga estudar previamente o conteúdo de uma aula, ele precisa ter acesso a um bom material que irá auxiliá-lo no aprendizado autônomo. Nesse sentido a tecnologia é uma importante aliada. Disponibilizar aparelhos eletrônicos – como tablets, computadores e celulares – que tenham conexão com a internet permite que os alunos façam pesquisas e sanem suas dúvidas durante o período de estudos em casa. Além disso, possibilitar o acesso dos alunos a uma plataforma de gamification, incentiva o aprendizado independente, que passa a ser visto como uma maneira divertida de aprender. Além disso, disponibilizar materiais digitais – como apostilas, leituras extras e listas de exercícios – também é uma ótima inciativa que, além de diminuir o material físico que o aluno precisa carregar, mostra uma preocupação e responsabilidade ecológica.

A sala de aula invertida é realmente eficaz?

Muitos professores e pedagogos afirmam que aplicar a técnica em classe aumenta a produtividade e o engajamento dos alunos na aula. Como o professor deixa de ser detentor do conhecimento e passa a ser intermediador, os alunos se transformam em participantes ativos do seu processo de aprendizado. Assim, o tempo em sala de aula se torna mais produtivo, pois a questão central não é mais receber informações, mas discutir e debater sobre elas. Dessa forma, os estudantes são incentivados a formarem opiniões e a pensar criticamente, deixando de ser apenas repetidores de informações.

Além disso, a sala de aula invertida permite uma maior interação entre os alunos e promove uma aprendizagem colaborativa, aumentando o rendimento escolar de todos os estudantes.

Segundo o idealizador da sala de aula invertida, o modelo atual de ensino deve ser mudado, passando de um método passivo de aprendizado para uma metodologia ativa.

E você? Acredita que o modelo de ensino atual deve ser mudado? Já utiliza o método da sala de aula em sua instituição de ensino? Pretende implementar o método na sua escola? Entre em contato com a gente e conte-nos sua experiência.

A Sponte trabalha para que você se concentre naquilo em que é especialista: o aprendizado de seus alunos. Contate nossa equipe e peça uma demonstração do nosso Software de Gestão Educacional. Conte sempre com a Sponte, seu software de gestão educacional!

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