Educação alimentar na escola

Por que trabalhar educação alimentar nas escolas?

A alimentação é parte essencial na vida de todas as pessoas. Quando nos encontramos na fase escolar, isso se torna ainda mais importante – visto que nosso desenvolvimento físico e mental depende de uma alimentação rica e nutritiva. Entretanto, é de conhecimento dos pais e das instituições de ensino que muitos de seus estudantes, assim como suas famílias, não criaram ou não mantém um hábito saudável de alimentação no seu dia a dia.

Com isso, vem se tornando muito comum a discussão da educação alimentar nos ambientes educacionais – tanto para os alunos, quanto para as famílias dos estudantes. Confira, neste artigo, dicas e informações sobre a importância da educação alimentar em sua instituição de ensino.

Melhora o rendimento de seus alunos

Diversas pesquisas já comprovaram que pessoas que mantém um hábito saudável de alimentação apresentam melhor rendimento no trabalho, nos estudos e até mesmo nas suas relações sociais. Além de afetar a produtividade, a alimentação – seja boa ou ruim – influencia diretamente nos nossos humores, podendo interferir em diversos âmbitos de nossa vida – como o físico, mental e o emocional.

Por isso, uma alimentação saudável, regrada e variada no dia a dia de seus estudantes não só contribuirá num melhor rendimento das atividades pedagógicas propostas diariamente, como também afetará positivamente a saúde física e psíquica de seus alunos.

Incentivar comportamentos alimentares saudáveis é, também, investir no desempenho de seus alunos e, consequentemente, num melhor andamento das atividades propostas em sua escola.

Invista numa parceria com os pais

Falar sobre educação alimentar não é uma tarefa delegada somente à escola. Por isso, é importante que os educadores e gestores de sua escola atentem as famílias de seus estudantes sobre a relevância de abordar o assunto com seus filhos.

Além da alimentação interferir no rendimento escolar dos estudantes, é importante ressaltar que, por estarem numa fase de desenvolvimento, uma alimentação regrada e balanceada é primordial para que a saúde dessas crianças e desses adolescentes se desenvolva de uma maneira sadia e equilibrada.

Oficinas de culinária e aulas de educação alimentar são exemplos de atitudes que contribuem para um melhor vínculo de parceria entre escola, família e alunos quando o assunto é educação alimentar. Dessa forma, você ensina não só seus alunos a adotarem hábitos saudáveis, como trata o assunto com os familiares de forma muito mais tranquila e divertida.

Enriqueça suas aulas

Todos sabemos que os estudantes se interessam ainda mais pelo conteúdo ministrado nas aulas quando estes conseguem estabelecer relações diretas com seu dia a dia. Ao verem aplicabilidade no que aprendem, o processo de ensino-aprendizagem se torna muito mais participativo, engajado e divertido para ambas as partes – tanto para o educador quanto para os alunos.

Utilizar dessa brecha para falar da educação alimentar de forma muito natural, descontraída e aplicável é uma ótima tática não só para enriquecer suas aulas, como também para tratar de um assunto muito importante para vida de seus alunos e para o andamento de sua escola.

Faça discussões, quiz, jogos interativos: use e abuse das estratégias pedagógicas. Dessa maneira, você trará seus estudantes para muito mais perto do assunto, trabalhando o que lhes é muito importante na fase de crescimento: sua própria saúde.

E então, pensando em como abordar a educação alimentar em sua escola? Já falou com seus educadores e com os familiares de seus alunos sobre? Conte-nos sobre sua experiência nos comentários.

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